segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
É carnaval...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Concurso sindcon-Pa
Este ano, foi realizada a 9ª versão do concurso e 174 escolas foram convidadas para participar de ste evento. E dentre tantos desenhos (1.774), nossa escola, Sílvio Nascimento, foi contemplada com a premiação de meu querido aluno Elias Costa Dinelly por seu desenho, por estou muito feliz por ele, que está de parabéns.




quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
De volta...
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
O juiz de paz na roça
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Grupo de Teatro
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Folclore brasileiro
O de estatura baixa, cabelos cor de fogo e pés com calcanhares para frente que confundem os caçadores. Dizem que o Curupira gosta de sentar na sobra das mangueiras para comer os frutos. Lá fica entretido ao deliciar cada manga. Mas se percebe que é observado, o Curupira logo sai correndo, e numa velocidade tão grande que a visão humana não consegue acompanhar. "Não adianta correr atrás de um Curupira", dizem os caboclos, "porque não há quem o alcance".
O Curupira tem a função de proteger a mata e seus habitantes, inclusive pune quem os agride. Há muitos casos também de Curupiras que se encantam por crianças pequenas, que são levadas embora por algum tempo e depois devolvidas aos pais, em geral depois de 7 anos.
As crianças encantadas pelo Curupira nunca voltam a ser as mesmas depois de terem vivido na floresta, encantadas pela visagem.
Muito traquino, o Curupira também pode encantar adultos. Em muitos casos contados, o Curupira mundia os caçadores que se aventuram a permanecer no mato nas chamadas horas mortas. O encantado tenta sair da mata, mas não consegue. Surpreende-se passando sempre pelos mesmos locais e percebe que está na verdade andando em círculos. Em algum lugar bem próximo, o Curupira está lhe observando: "estou sendo mundiado pelo Curupira", pensa o encantado.
Daí só resta uma alternativa: parar de andar, pegar um pedaço de cipó e fazer dele uma bolinha. Deve-se tecer o cipó muito bem escondendo a ponta, de forma que seja muito difícil desenrolar o novelo. Depois disso, a pessoa deve jogar a pequena bola bem longe e gritar: "quero ver tu achares a ponta". A pessoa mundiada deve aguarda um pouco para recomeçar a tentativa de sair da mata.
Diz a lenda que, de tão curioso, o Curupira não resiste ao novelo. Senta e fica lá entretido tentando desenrolar a bola de cipó para achar a ponta. Vira a bola de um lado, de outro e acaba se esquecendo da pessoa de quem malinou. Dessa forma, desfaz-se o encanto e a pessoa consegue encontrar o caminho de casa.
Outras lendas você pode encontrar nos links abaixo:
domingo, 17 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
Novo Blog
http://infolaboratorio.blogspot.com/
Espero que vocês gostem! Beijos